Bahia tem saldo negativo de 6.800 postos de trabalho em fevereiro de 2015

As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (Sei/Seplan), apontam que a Bahia contabilizou, em fevereiro de 2015,  um saldo negativo de 6.800 postos de trabalho com carteira assinada. O resultado expressa a diferença entre o total de 56.123 admissões e 62.923 desligamentos. O saldo registrado em fevereiro situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (+7.420 postos), que havia registrado o melhor total para o mês de fevereiro dos últimos dez anos. O saldo também é menor do que o do mês de janeiro de 2015 (- 2.932 postos), incluindo as declarações fora do prazo.

No período, seis setores registraram saldo negativo no estado: Construção Civil (-2.901 postos), seguido por Comércio (-1.884 postos), Serviços (-1.777 postos), Indústria de Transformação (-725 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (-217 postos) e Extrativa Mineral (-30 postos). Apresentaram resultados positivos: Agropecuária (+ 608 postos) e Administração Pública (+126 postos).

No acumulado dos dois primeiros meses de 2015, os setores que registraram saldos negativos foram: Construção Civil (-5.304 postos) e Comércio (-4.555 postos). Esses foram seguidos por Serviços (-492 postos), Indústria de Transformação (-211 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (-132 postos) e Extrativa Mineral (-111 postos). Dois setores apresentaram saldos positivos no acumulado do ano: Agropecuária, Ext. Vegetal, Caça e Pesca (+1.006 postos) e Administração Pública (+67 postos).

A Bahia (-6.800 postos) ocupou a segunda posição no saldo negativo de postos de trabalho dentre os estados da Região Nordeste e a 25ª posição no Brasil em fevereiro de 2015. Na Região Nordeste, o estado que gerou o pior saldo foi Pernambuco (-10.660 postos), seguido pela Bahia. O Rio Grande do Norte (-4.013 postos) foi o terceiro pior saldo no Nordeste, seguido pelo Maranhão (-2.260 postos), Ceará (-2.027 postos), Paraíba (-1.210 postos), Alagoas (-507 postos) e Sergipe (-157 postos). Apenas um dos nove estados da Região Nordeste totalizou saldo positivo, o Piauí (+106 postos).

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a Bahia apresentou um saldo de emprego da ordem de -9.732 postos de trabalho, isso levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Pernambuco (-23.589 postos) foi o que mais postos eliminou no mercado formal de trabalho, depois, a Bahia, seguida pelo Ceará (-8.479 postos), Maranhão (-6.369 postos) e Rio Grande do Norte (-5.122 postos). Todos os estados do Nordeste apresentaram totais negativos no acumulado dos dois primeiros meses de 2015. A melhor posição foi ocupada por Sergipe que eliminou 506 postos de trabalho com carteira assinada.

RMS e Interior – Analisando os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos dentro do estado da Bahia, em fevereiro de 2015, constata-se que o resultado do emprego foi negativo tanto no Interior do estado quanto na RMS. De forma mais precisa, no Interior foram suprimidos 2.123 postos de trabalho, e na Região Metropolitana de Salvador encerrou-se 4.677 posições de trabalho celetista.

Quanto ao saldo de emprego de janeiro a fevereiro de 2015, enfatiza-se que a participação do interior do estado no encerramento de empregos formais foi menor do que a participação da RMS. Enquanto o interior fechou 3.744 postos, a RMS perdeu 5.988 novos postos de trabalho com carteira assinada.

Em fevereiro de 2015, entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, aqueles que tiveram os menores saldos de empregos formais foram: Salvador (-2.765 postos), Maragogipe (-929 postos) e Camacari (-673 postos). Por outro lado, Santo Antonio de Jesus (+279 postos), Entre Rios (+211 postos), Ipira (+169 postos) e Luis Eduardo Magalhães (+144 postos) se destacaram na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia.

            
            

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